Ecoturismo no Saco do Mamanguá, Paraty, RJ – Turismo e ecologia em harmonia

Viagem de aventura - Saco do Mamanguá, Paraty - Detalhe da chegada pelo mar em Paraty MirimChegando em Paraty Mirim, onde tomamos o ônibus de volta a Paraty

Nesta última segunda-feira (20/05/13) nós tivemos a oportunidade de conhecer um pedacinho daquilo que imagino seja o paraíso – o Saco do Mamanguá, em Paraty, RJ.

cachoeira

 Antes de inciar o texto, vou deixar aqui o nosso agradecimento à agência INTERAÇÃO pelo carinho e atenção que nos dispensaram para que pudéssemos realizar esse passeio maravilhoso. A Interação é uma operadora de turismo sustentável, idealizada e sob a coordenação do biólogo Paulo Nogara, especializada em roteiros no SACO DO MAMANGUÁ, BAÍA DE PARATY e PENÍNSULA DA JUATINGA.

 

Bom…Voltando ao Saco do Mamanguá…

Não importa se você já é adepto do ecoturismo, ou se você procura uma primeira experiência inesquecível, o Saco do Mamanguá é uma região carregada de uma cultura própria, uma vegetação de mata atlântica preservada e uma biodiversidade que serve de sustento para as populações locais, além de ser um verdadeiro berçário marinho. O importante é ter em mente que a sustentabilidade desses povos e dos delicados ecossistemas onde vivem é uma preocupação que norteia o turismo sustentável.

Uma visita ao Saco do Mamanguá desperta em nós um sentimento de calma e harmonia. Respeite a cultura caiçara, pois eles se orgulham muito de seus costumes, conhecimentos e tradições!

 

Como chegar ao Saco do Mamanguá

O acesso à região se faz de barco ou por trilha. Acredito que essa seja a razão pela qual a região se manteve tão preservada, resistindo a tantos desafios desde a colonização do Brasil.

Mapa da região de Paraty. Mapa ilustrando as regiões do Saco do Mamanguá e as áreas de proteção ambiental

Mapa da região de Paraty. Mapa ilustrando as regiões do Saco do Mamanguá. fonte: http://www.cairucu.org.br

Em nosso caso, e devido ao roteiro estabelecido pela agência Interação, nós partimos de Paraty em um ônibus de linha que saiu da rodoviária para o bairro de Laranjeiras, um condomíno de alto padrão que existe na região. No ponto final, onde também se localiza o início da trilha que leva à Praia do Sono, nos encontramos com o Ricardo, nosso guia. Ricardo é nascido na região e, assim como outros moradores, conhece muito bem (apesar de sua pouca idade) a região e os costumes locais.

Retornamos de barco (aqueles lentos e simpáticos barquinhos característicos da região) para Paraty Mirim e de lá pegamos outro ônibus de linha de volta a Paraty. Esse ônibus, aliás, merece um capítulo à parte, que contarei em detalhes no final do post.

Viagem de aventura - Saco do Mamanguá, Paraty - Detalhe da chegada pelo mar em Paraty Mirim

Chegando em Paraty Mirim, onde tomamos o ônibus de volta a Paraty

Assim que encontramos com o Ricardo, iniciamos a trilha atravessando parte de um morro do Saco do Mamanguá a pé até chegar à praia. Uma subida bastante íngreme e, vou chutar, coisa de 1 km de subida. Bom, eu tive que parar 3 vezes para um rápido descanso! O guia nos disse que levou 50 minutos para chegar até nosso ponto inicial; nós levamos 1 hora e meia para chegar à praia.

Viagem de aventura - Saco do Mamanguá, Paraty - Moradores locais caminhando pelas trilhas carregando sacolas pesadas

Moradores locais caminhando pelas trilhas carregando sacolas pesadas

 

 

O pessoal da região está acostumado a percorrer grandes distâncias morro acima e morro abaixo; esse caminho faz parte da vida deles. Afinal, as únicas formas de chegar e sair do Mamanguá são a pé ou de barco (muitos moradores ainda não possuem barcos motorizados).

 

 

 

Chegando à praia, nós pegamos uma canoa e fomos rumo ao mangue e à cachoeira.

Turismo de aventura - Saco do Mamanguá, Paraty - Detalhe da canoa que utilizamos para o transporte até o mangue (canoa com 3 lugares)

Canoa que nos levou até o mangue

Eu fui no meio e o Carlos e o Ricardo nas pontas, remando. Um detalhe importante aqui é que não devemos utilizar barcos com motores para navegar nas águas do rio na região do mangue, isso pode destruir boa parte dos seres que compõe o ecosistema. Mesmo na região do Mamanguá, mais profunda e com largura de 2 km embarcações velozes não são bem-vindas, pois isso compromete o tráfego de canoas e as ondas provocadas pelas lanchas danificam as embarcações presas nos cais. A agitação prejudica também o equilíbrio de organismos que ocupam os costões de pedras (ostras e mariscos); outro fator que também deve ser pesado na hora de circular pelo mangue é a questão da poluição provocada pelos derivados de petróleo liberadas pelas embarcações.

Região do Mangue do Saco do Mamanguá. Detalhe dos caranguejos vermelhos

Região do Mangue

Mesmo sabendo disso algumas pessoas insistem em entrar na região do mangue com lanchas e jet skis  –  penso muito mas não consigo chegar a uma conclusão razoável de como essas pessoas obtém algum prazer só em transgredir as regras apesar de saberem que isso pode trazer prejuízos bastante grandes!

No final do mangue, paramos a canoa e seguimos por uma trilha curta até a cachoeira. No meio dessa trilha, passamos por uma pequena plantação de bananas, maracujás e mandiocas que o Ricardo disse que pertence à tribo de índios que mora um pouco mais acima do rio.

Ecoturismo - Saco do Mamanguá, Paraty – Foto da cachoeira que fica no fundo do Saco

Cachoeira

Saímos do mangue e atravessamos até o outro lado do Saco de canoa, onde paramos para uma boa refeição.

Saco do Mamanguá, Paraty – Ecoturismo - Passeio de barco

Retorno de barco a motor até Paraty Mirim

Após o almoço, o pai do Ricardo veio nos buscar de barco sentido Paraty Mirim, onde tomamos o ônibus de volta. Acho que agora é hora de contar sobre o ônibus: Justamente naquele dia (ainda não sei o porquê) os ônibus, que passam a cada hora e meia, estavam super atrasados. Chegamos em Paraty Mirim às 16:40 (horário regular do ônibus) e fomos avisados pelo pessoal do bar, um desses barzinhos locais, construídos em madeira, com janelas de madeira que abrem para cima e servem de toldos, nos avisou que o ônibus estava muito atrasado… Hummm… com aquele cansaço todo, essa era a última notícia que queríamos ouvir. Enfim, só nos restava esperar… esperar… esperar… O barzinho fechou, o movimento foi rareando, a noite foi chegando, e a gente esperando… esperando… e uma sensação de “e agora” se apoderando de nós dois… Meu consolo era que havia um outro rapaz, entretido com seu celular, esperando o mesmo ônibus. Não estávamos sozinhos!

Detalhe, não havia iluminação na rua.

Quando eu ouvi o barulho do ônibus chegando, prontamente me pus de pé para não correr o risco de ele sair correndo e não nos ver. Durante o trajeto, bom, foi uma diversão à parte. Uma estradinha terrível, toda esburacada, sem iluminação e o motorista andava como se estivesse percorrendo a Rodovia Ayrton Senna, ou seja, a gente pulava no assento, caía para o lado e ria… a gente ria muito! Sei, sei… dois bobos rindo de uma situação, no mínimo triste, pois as pessoas que utilizam aquele trasporte diariamente e que já estão conformadas com aquela situação, nem se davam conta das imperfeiçoes da estrada – tinha até um cara dormindo.

 

Onde comer no Saco do Mamanguá

A região tem se adaptado ao turismo, que já se tornou a principal fonte de renda para boa parte da população. Muitos restaurantes foram criados para atender à demanda dos visitantes e a comida servida vai da caseira, com arroz, feijão e um peixe bem fresco a pratos mais elaborados como lulas e outros que requerem um preparado um pouco mais sofisticado. Nós comemos no restaurante do Dadico. Quando chegamos ele já estava nos esperando com uma comidinha bem regional – arroz, feijão, peixe frito, salada. Estava uma delícia! Lógico que para temperar o almoço e rebater o cansaço, e aproveitando que não estávamos dirigindo – duas caipirinhas feitas no capricho! O restaurante foi construído sobre grandes pedras (abundantes na região) e toras de madeira, sobre o mar. Um lugar maravilhoso para uma refeição e o merecido descanço após o exercício físico.

Ecoturismo - Saco do Mamanguá, Paraty – Restaurante do Dadico

Restaurante do Dadico

 

Hospedagem no Saco do Mamanguá

O Saco do Mamanguá tem uma boa estrutura para quem quer dormir na região. Hoje existem diversas pousadas. A região não possui rede elétrica, mas uma boa parte dos locais e casas possuem gerador.Normalmente os geradores das casas ficam ligados até uma determinada hora, devido ao consumo de diesel (que precisa ser comprado na marina de Paraty). Não sei como as pousadas trabalham com isso. Nós ficamos hospedados em Paraty.

A Pousada Recanto da Ladeira se tornou um de nossos PARCEIROS DE ESTRADA e nos ofereceu a hospedagem gratuitamente para viabilizar nosso passeio. Nós já havíamos ficado hospedados lá muitas vezes (quase todas em que estivemos em Paraty) e conhecemos muito bem o pessoal da Pousada. Aliás, se um dia você for para Paraty e quiser se hospedar lá, mencione que você é um dos leitores do Andarilhar e eles logo saberão que são nossos amigos. A pousada é simples (como quase todas da região), mas possui um atendimento bastante cordial e personalizado. Colchões novos, piscina e um bom café da manhã, com diárias bem acessíveis. Fica a 100m do centro histórico de Paraty, o que permite um acesso fácil ao centro e, mesmo em dias de maior movimento, nos garante noites de sono tranquilo. Não é propaganda não, como já disse, nós já havíamos ficados lá muitas vezes antes de fazermos essa parceria.

Se você quiser se hospedar no próprio Saco e aproveitar para estabeler um contato mais intimo com a população local e com a natureza, consulte o site http://www.sacodomamangua.com

Assista ao vídeo abaixo e veja alguns trechos de nosso passeio!

 

 

Sobre o Saco do Mamanguá

Mamanguá: Berçário Marinho e Reduto Tradicional de Caiçaras Livro de Paulo Nogara - link de onde comprar

Mamanguá: Berçário Marinho e Reduto Tradicional de Caiçaras

 

Eu li bastante sobre a região, antes e depois do passeio… Vou ser breve em minha explicação sobre a região. Depois transcreverei um pedaço do texto do livro “Mamanguá – Berçário Marinho e Reduto Tradicional de Caiçaras”, de Paulo Nogara (sim, o biologo que mencionei acima que administra a agência INTERAÇÃO PARATY.

 

Um livro maravilhoso – Se você estiver pensando em visitar o Saco e tiver oportunidade, compre o livro e delicie-se com o texto maravilhoso que ele e outros colaboradores nos apresentam, além das imagens belíssimas do fotógrafo Araquém Alcântara. O livro é desses que a gente pode folhear por horas observando as imagens ou tirar uma tarde para ler. É realmene belíssimo! (para comprar o livro acesse o site da ParatyStore (a loja vende outros produtos de Paraty, como cachaças, CDs de artistas locais, artesanato e os famosos barquinhos do Mamanguá – artesanato local).

Artesanato típico do Mamanguá. Miniaturas de barcos feitos em caixeta, madeira abundante na região. Barquinhos de cores variadas, bem alegres

Artesanato típico do Mamanguá. Miniaturas de barcos feitos em caixeta, madeira abundante na região. Barquinhos a venda na ParatyStore

O Mamanguá compreende um braço de mar que avança cerca de 8km para dentro do continente. Contém 33 pequenas praias (pequenas mesmo) e costões rochosos, protegidos pela Serra do Mar. A Serra do mar é formada por montanhas rochosas, formadas há alguns milhares de anos.

Ecoturismo - Saco do Mamanguá, Paraty – Imagem panorâmica do Saco do Mamanguá - vista do restaurante do Dadico

Imagem panorâmica do Saco do Mamanguá – vista do restaurante do Dadico

A região sofreu várias interferências, dependendo do momento histórico do Brasil, e já serviu para plantio de bananeiras, para cultivo de cana de açúcar e produção de cachaça (que era levada para a Europa, pelos portugueses ou trocada por escravos, na África). Foi loteada em grandes propriedades, que depois foram abandonadas quando a região de Paraty deixou de ser o principal porto de entrada para os esploradores que vinham de fora (veja mais sobre a história de paraty e o caminho do ouro no site de Paraty).

Os caiçaras que habitavam a região (uma mescla de protugueses, índios e descendentes de escravos) formaram muitas comunidades por volta do séc XIX. Eles sempre carregaram consigo, transmitindo de geração em geração, os conhecimentos sobre a terra, sustentabilidade, costumes, danças, etc. Esses conhecimentos ainda são bastante fortes hoje, embora muitas das tradições e danças tenham perdido um pouco de sua força quando os caiçaras começaram a deixar a região em busca de trabalho e também por terem sido “explusos” por conta da especulação imobiliária.

As novas possibilidades abertas pelo turismo e artesanato têm, atualmente, fortalecido a economia e possibilitado o emprego da mão de obra local.

Artesanato do Mamanguá. Barcos e peças a venda no restaurante do Dadico. Maior parte das peças é vendida sem pintura, para quem comprou poder pintá-las

Artesanato do Mamanguá. Barcos e peças a venda no restaurante do Dadico

“Uma região contemplada por praias, riachos, restingas, mangue, encostas rochosas e florestas primárias e secundárias. Um ecossistema marinho, que além da grande variedade de peixes, inclui também tartarugas, cavalos marinhos e golfinhos.

As comunidades caiçaras que vivem nesse paraíso natural contribuem para a preservação das paisagens, vivendo de forma simples e harmônica com a natureza. O Saco do Mamanguá não possui rede de energia elétrica, telefone ou estradas. Ao cair da noite, velas e lampiões iluminam os jantares à beira mar.” (trecho extraído do “Guia Turístico Sustentavel – Comunidades de Paraty”, do Insituto Brasil Solidário)

Ecoturismo - Saco do Mamanguá, Paraty – Imagem que mostra o reflexo do sol no mar do Mamanguá

Vista do mar do Mamanguá

 

E para você, que seguiu bravamente lendo até aqui, segue um trecho do livro “Mamanguá – Berçário Marinho e Reduto Tradicional de Caiçaras”, capítulo 2, pg 61 Natureza, onde a vida começa e tudo se completa, escrito por Diuner Mello, um dos colaboradores do livro, paratiense que dedicou sua vida à pesquisa sistemática e continuada da cidade, um verdadeiro  garimpeiro de memórias.

“Pura beleza!

De manhãzinha, cardmes de paratis encrespam o espelho d’água. A névoa que pousou nas encostas durante a noite vai se desfazendo aos poucos na medida em que a manhã avança e o sol inaugura o dia, com raios prateados espalhando brilhos nas águas tranquilas. No Saco do Mamanguá a beleza está em toda parte. Nas encostas dos morros as matas abrigam animais silvestres. No fundo, o manguezal, o taboal e o caixetal crescem em áreas úmidas, transição entre as florestas de planície e o mar.  Nos baixios de lama, caranguejos, vôngoles e camarões se desenvolvem, observados pelo atento martim-pescador ou pelo ágil socó.

Aqui e ali, entre costões rochosos cobertos de bromélias, surgem pequenas praias arenosas, mais claras na entrada e lodosas na medida em que se avança para o fundo do saco. As ilhas brilham como jóias verde-esmeraldas pousadas no mar também verdejante. Nas pedras que formam os parcéis e no entorno das ilhas, ostras e outros organismos vão se incrustando lentamente, fertilizados pelos nutrientes trazidos pelo sobe-e-desce das marés. O espelho d’água é cenário para os vôos espetaculares de atobás e gaivotas que mergulham em busca de alimento.

No inverno, bandos de trinta-réis pousam no parcel de pedras em frente à praia do Cruzeiro, e até baleias, exaustas de tanto navegar, buscam abrigo nessas águas onde também costumam entrar cardumes de peixes como a tainha e a espada, que movimentam os pescadores. O mar é o espaço fértil de onde eles tiram seu sustento, singrando as águas com suas canoas e redes atesanais.

Tudo muda quando entram ventos vindos do sul e do sudeste: o céu cinsento se reflete nas águas encrespadas que pedem passagem para a chegada da frente fria. Um arrepio parece percorrer a espinha dorsal da natureza.

Mas no dia seguinte, bem cedo, o sol alegra com seu facho de fogo as tetas arredondadas do Pico do Mamanguá e, à tarde, ilumina com tons alaranjados a margem peninsular.

A qualquer hora e para qualquer lado que se olhe, o cenário deslumbrante deixa na gente uma leveza boa, uma impressão de que o mundo vale a pena.”

Lindo o texto, né?! O livro todo está muito lindo!

 

Bom, eu teria muito mais para falar, mas vou parar por aqui… Pretendo ainda voltar várias vezes e conhecer melhor a região e os caiçaras.

Se você for para lá, fica aqui uma dica: leve repelente, protetor solar, água e alguns alimentos fáceis de transportar. Contrate uma agência local, com guias locais, transporte local, restaurante local e tudo o mais – eles possuem muito mais histórias para contar! E assim a gente ajuda a região a ser mais sustentável, né?

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About the author

Heloisa Gaspar

Analista de SEO por profissão. Motociclista por opção...

Readers Comments (12)

  1. Estaremos realizando um passeio com um grupo de pessoas no mes de novembro!
    todos os anos realizo as viagens para Pouso da Cajaiba e proximidades.
    Saimos de Sao Paulo com grupos de 27 a 50 pessoas !
    Lugar maravilhoso
    um abraço

    Responder
  2. Vou estar lá daqui a 10dias e como faço para encontra o Ricardo? VC tem o contato dele?
    Agradeço se poder me ajudar.

    Responder
  3. Lindo Post! Simplesmente amo Paraty! Na próxima vez q voltar, vou tentar conhecer o Saco do Mamanguá!

    Responder
  4. Bom dia Helô, ficou muito bacana esta pagina sobre este lugar tão especial que é o Saco do Mamangua. Ela traz bastante informações sobre o passeio a essa região e sobre a comunidade caiçara, e acima de tudo, sobre os cuidados e preocupação socio-ambientais que os turista e visitantes devem ter ao visitarem este pedacinho de paraiso…..PARABENS !!!!!!!!

    Responder
  5. Deu muita vontade de conhecer o lugar. A matéria está ótima, com todas as dicas necessárias para se fazer um ótimo passeio. Agora, esse ônibus deve ser mesmo terrível (risos). Parabéns pelo texto e, em particular, pelo blog. Abraços

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  6. Adorei!!!
    Fiquei com vontade de ir para essa região e conhecer melhor Paraty!

    Responder

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